segunda-feira, 4 de março de 2013

Banda Esylium


Uma banda que, aos poucos está conquistando seu espaço. E mostra uma sonoridade forte, de qualidade e diferente de algumas outras bandas que  estão no underground. Sim, isso mesmo. Os caras tem atitude e um som de respeito, ainda mais pelo fato das letras deles serem em inglês... E eu falei com o baixista Pedro e, ele me contou algumas novidades que estão por vir.

Namir - Eae, Pedro... Apresenta a galera e me diz como se deu a formação da  Esylium? 
Pedro- Eae, galera! Somos o ESYLIUM, formado por Bruno Corey (vocal), Nicolas Andrade (guitarra), Pedro Kodama (baixo) e Danilo Cruz (bateria). A banda surgiu quando Nicolas, Pedro e Rafael se juntaram para fazer um som e participar de um festival de bandas. Pouco antes de gravarem seu primeiro disco, conheceram e se uniram a Bruno Corey. Recentemente, Danilo Cruz assumiu as baquetas do grupo, completando de vez o time.

Namir - E o nome da banda, como surgiu? 
Pedro - ESYLIUM é um anagrama da palavra Elysium que na mitologia grega refere-se ao lugar aonde vão a alma dos homens de grandes feitos na Terra. Gostamos desse significado e da sonoridade do nome.

Namir - Quais as influencias da banda? 
Pedro - Várias bandas... Metallica, Drowning Pool, Slipknot, Audioslave, Def Leppard, Soil, Stone Sour, Dr. Sin, Ozzy, Kiss, Steel Dragon, Oficina G3, Whitesnake, Aerosmith, Skid Row, Temple of The Dog, etc...
Namir - Vocês tiveram mudanças na parte de integrantes durante esse tempo? 
Pedro - Antes do Bruno entrar para a banda tivemos alguns vocalistas... Fora isso, a unica mudança foi a entrada do Danilo na bateria.
Namir - Quais dificuldades já passaram ao longo da existência da Esylium? 
Pedro - Várias. Não há nada fácil em ser uma banda independente. No início tivemos dificuldade para engrenar a banda. Gravar nosso primeiro CD foi um desafio enorme que contou com uma série de acontecimentos inusitados. É difícil viver no underground  e sair para divulgar nosso trabalho. Gostaríamos de fazer inúmeras coisas quando muitas vezes nos falta dinheiro para tal... Enfim, várias dificuldades.
Namir - Os primeiros shows como que foi ? 
pedro -  O primeiro show de todos foi bem ruim... Hoje achamos engraçados, éramos apenas moleques de 14 anos... Depois de muito ensaio fizemos algumas apresentações com nosso antigo vocalista e a coisa começou a melhorar. Depois de lançar o CD, nossas exibições melhoraram muito e hoje temos orgulho do que fazemos e somos muito confiantes! (sic) Quem assistir à um show nosso com certeza curtirá muito! Apareçam e vejam!
Namir - O que vocês escutam na hora de compor, qual a inspiração ? 
Pedro - Acho que ninguém muda os discos que anda ouvindo para compor... O som que fazemos é resultado de anos de bagagem musical. Mesmo que inconscientemente. O momento e a situação também são muito decisivos, cada registro da banda retrata fielmente o que estávamos vivendo em cada época.
Namir -  Quem compõe mais na banda ? 
Pedro - Fazemos todos juntos. Pensamos na música como um todo... Riffs, arranjos, melodias, letras... Cada um contribui da sua maneira e a música é um resultado do trabalho da banda, sem exceção.


Namir -  Quais as temáticas que mais abordam nas músicas? 
Pedro - Não temos nada definido. Gostamos de passar mensagens, expressar o que pensamos... Não é do nosso fetio escrever letras superficiais ou por puro entretenimento. Normalmente criticamos algo, ou sugerimos... (sic) Enfim, gostamos de falar sobre o que nós pensamos, o que nós sentimos, o que nós concordamos, o que achamos uma merda e como achamos que devemos fazer para consertar ou, pelo menos, melhorar essa merda.
Namir - Estão planejando videoclipe ou CD, algo de novo? 
Pedro- Lançamos nosso primeiro disco (ANTIHERO) em Dezembro de 2011. Em junho de 2012 lançamos nosso primeiro clipe da música What You've Become. Para este ano de 2013 pretendemos lançar muitos materiais ainda relacionados à esse primeiro disco. Já estamos planejando e trabalhando no segundo disco, mas com certeza ficará para 2014.
Namir - Certo... Bom, por fim, me diz... O que esperam de 2013?
Pedro - Esperamos fazer o que mais curtimos, que é tocar e curtir um bom rock com a galera! ]Cumprir algumas metas que temos estabelecidas para nós mesmos em relação à materiais novos e estrutura da banda, fazer muitos shows e preparar o terreno para lançar o novo disco em 2014!
Namir -  Deixe um recado para os fãs e a galera que acompanha a Esylium
Pedro - Galera, valeu por prestigiarem nosso trabalho, isso é muito importante para nós e é uma das coisas que nos motiva. Esperamos que vocês continuem curtindo e participando da nossa jornada indo aos shows, conversando com nós nas redes sociais... Enfim, todos são muito bem vindos! Ser uma banda independente de Rock no Brasil não é fácil, contamos com vocês! Nós e todas as outras boas bandas do underground! Bora curtir um ROCK e prestigiar essa cena que, a cada dia que passa, mostra que o rock brasileiro está longe de morrer ou acabar! 



https://twitter.com/esyliumofficial

sexta-feira, 1 de março de 2013

É flagra? é poser?

Bom, no mês passado dei inicio a uma nova tag no blog. Era o "Flagra poser" com algumas perolas de certas pessoas e avisei também que poderiam  denunciar. Obrigado a quem tem mandado, recebi alguns que podem perfeitamente ser colocados aqui e até coisas do Ask.fm. Enfim, mas você deve estranhar a mudança no titulo com uma interrogação.

Como assim, cara?!?!

Então, o que acontece é que eu só vou repassar as perolas aqui que me mandam ou que eu vejo na timeline. E vocês que tirem suas próprias conclusões...
Bom, já que deixamos bem claro. É isso. E hoje teremos um personagem principal. Digamos que é um cara que sabe das coisas...

Vejamos agora os comentários mais rockeiristicos do site chamado twitter

Olha essa moça. Só pode ta de brincadeira...
Essa pergunta é muito desnecessária, e ainda falar desse jeito o nome da banda?
Devia perguntar. "Vcs são rosqueiros tipo 666?"








Olha o poder da TV e sua alienação...
Hmm. Quer dizer que você ama o Axel? digo, Axl.



E agora...

O Sujeito - 666







O "Jenio"







Rock na veia e Pedro na cadeia, não. ISSO NÃO!
Bieber na veia, Guns na mente, Pedro é o cara e ninguém entende!




Um jenio incompreendido perdido no twitter.
Espero que entendam...





Sugestões, duvidas e outras denuncias > @Rafampaz no twitter e Rafampaz1 - Skype

Valeu!


Entrevista: Banda Aliados



Aliados 
Fildzz - Vocal
Dudu - Guitarra
Oliver Kivitz - Baixo
Rafael Borba - Bateria
http://www.facebook.com/aliadosoficial


Uma banda que sempre se propõe a levar coisas positivas. E que, de certa forma, esse estilo de som anda meio carente em nosso país. A de passar mensagens em todas as canções, trabalhar um pouco mais as letras complexas, enfim. Isso é Aliados. Os caras estão na luta desde os anos 2000 e conta sempre com a vibe muito boa do seu publico nos shows. Tive a oportunidade de conversar com o vocalista Gustavo Fildzz, e abordamos vários assuntos, desde o dia mais marcante como musico, até as próximas novidades no decorrer do ano.


Confira a entrevista


Rafael - Como se deu a origem da banda?
Fildzz - Tudo nos anos 2000. Eu e o Dudu, começamos a compor musica e a principio não tínhamos a pretensão de levar adiante. Mas na medida em que nós fizemos outras a ideia foi bem levada e tinha pessoas curtindo. Foi o que estimulou bastante.

Rafael - E o seu interesse pela musica, de que forma começou?
Fildzz - Pra começar, minha família tem minha mãe que toca piano clássico. E eu com nove anos, tive minha iniciação na musica. Mas fiquei por um tempo parado, porque me envolvi com o esporte, fui atleta de ginástica olímpica, e depois de um tempo voltei e começou tudo com Aliados.


Rafael - Quem mais compõe na banda? E o processo de composição como é feito?
Fildzz - Eu e o Dudu fazemos as letras e as músicas geralmente no violão. E depois é feito normalmente todo o processo de arranjos e ritmo da canção com a banda inteira.

Rafael - Já sentiram uma mudança na sonoridade que vocês levam?
Fildzz - Não. Nós nunca tivemos essas intenções de mudança. As musicas são mais espontâneas. Deixo mais pelo momento fluir. Aonde falamos da Praia, surf, relacionamentos, motivação, a volta por cima, enfim. Sempre tivemos a proposta de levar a mensagem e as coisas boas em nossas  musicas.



Rafael - Tem alguma musica que pra você é especial e por que?
Fildzz - Nossa. Tem sim, a musica "Sorrindo" . Nós consideramos o hino da banda. A primeira que a galera já cantou rápido com a gente e eles se identificam muito com essa canção. O que motiva é isso: ver nossos aliados cantarem com a gente.


Rafael - E a maior dificuldade que já passaram por todo esse tempo?
Fildzz - Teve o lance da minha doença, em 2004. E isso foi difícil não só pra mim. Mas para todos da banda, porque de certa forma isso é uma família, mas nunca pensamos em desistir. Isso nunca. A musica, a motivação que a galera dá pra gente fala bem mais alto.

Rafael - O que levou de positivo?
Fildzz - Acho que evolui bastante. Eu, como ser humano. E percebi de verdade quem é a galera que quer o seu bem. E falo isso dos fãs também, de verdade. Porque eu vi isso crescendo e isso me estimulou bastante.

Rafael - Redes sociais, qual a importância delas para uma banda?
Fildzz - Importante para expandir o publico, entende? Por mais que exista alguns que caiam em jabas de rádio. Mas o publico da internet é mais livre. Lá, pela forma democrática que é se você tem um trabalho bem feito e tem o respeito logo o resultado chega.

Rafael - Vocês tocaram na programação da rádio rock. Sabendo que eles voltaram e estão abrindo espaço para um pessoal, qual foi a sensação de ouvir o som da banda em um grande meio de comunicação como esse em nosso país?
Fildzz - Olha, já tocamos nas rádios em outras oportunidades e com outras musicas, de outros CD´s. Acho que é sempre bom ouvir a gente, mas eu vejo isso mais como um lance secundário. O que gostamos de sentir mesmo é o palco, ver a galera cantando junto, isso é que nos motiva. Não tem rádio nenhuma que supera o que sentimos numa apresentação ao vivo.

Rafael - Cenário do rock nacional...
Fildzz - O rock hoje nacional hoje não ta legal. A grande mídia abre espaço para um pessoal que muitas vezes não merece. Tem muita gente boa por ae, que não é reconhecida.
A gente tenta se unir com um pessoal que acreditamos que tem um som maneiro. E eu penso que a união é necessária também para levar a cena do rock brasileiro de volta ao grande público. Estamos na luta!



Rafael - E o videoclipe Esperança. Como surgiu ele?
Fildzz - A principio teve minha historia, da doença, do câncer no rim. E depois queremos levar uma ação social, entende. E recebemos o apoio da casa Ronald. E o roteiro todo eu tive a ideia e levei para o diretor, Mess Santos. Mas foi mesmo para mobilizar com a causa e ter uma proximidade com as crianças.

Rafael - Você participa de algum projeto social?
Fildzz - Sim. Tenho uma Oscip junto com o Pauê, atleta Bi-amputado, chamado Sol Cidadão. E também eu ajudo o Projeto Tia Egle, que tem o envolvimento maior com os jovens, e ela faz um trabalho muito bonito na comunidade carente de Santos e São Vicente para crianças e adolescentes.

Rafael -  Tem algum planejamento para o restante do ano?
Fildzz - Então. A ideia agora é divulgar esse videoclipe e depois, no segundo semestre lançar o DVD. Que está em fase de desenvolvimento ainda, mas vamos lançar um no segundo semestre.

Rafael - E já ocorreu algo um tanto que marcante em alguma apresentação?
Fildzz - Aconteceu uma vez, o negocio foi meio que engraçado e especial pra gente. O show foi cancelado, por problemas com o juizado de menores. E depois eu fui avisar a galera e comecei a cantar a musica " Sorrindo " e o nosso publico, ele é muito consciente. E cantaram junto, só no gogó, cara. Foi marcante aquilo, mas o ruim é que não nos apresentamos.


Rafael - Muito obrigado pela atenção e humildade de sempre. Deixe um recado para os fãs;

Fildzz - Valeu, Rafa. Abs...
Bom, eu agradeço a todos o fãs que curtem nosso som, nos seguem, compartilham nosso trabalho e vão aos shows. Vocês são a extensão da nossa voz e nada disso teria sentido sem vocês. Obrigado por tudo, Aliados somos todos nós!

Humanish: Banda lançou videoclipe de " Um Brinde "



No fim do més de fevereiro, a banda curitibana, Humanish lançou o clipe de "Um Brinde", música presente no primeiro disco, que ganhou uma nova versão acústica.
Ele foi produzido pela, Verdura Produções e Processo MultiArtes. Com a direção de, Adriano Esturilho.
O vídeo tem um conceito intimista e nostálgico com imagens de arquivo pessoal filmados em Super 8. E foi realizado em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba. A banda disponibilizou também o MP3 dessa versão no Reverbnation


Confira o videoclipe

Para saber mais, fiquem ligados na fanpage: https://www.facebook.com/humanish


@Rafampaz